25 de nov de 2011

Black Tide - Post Mortem (2011)

Nota : Sei que o Arthur já fez uma resenha sobre esse disco, mas ele deu nota 9. Então decidi prestar minha opinião já que esse disco é ruim.
Black Tide é uma banda de Heavy/Thrash Metal americana, a banda mandou muito bem no seu primeiro disco com riffs espetaculares, solos incríveis e muito peso e atitude. Porém, a banda decide lançar seu segundo álbum nesse ano, e ao ver a fama das bandas novas do Metalcore a banda decide mudar seu estilo, a banda dessa vez nos parece um Trivium adolescente (só que ruim) ou até um Avenged Sevenfold banhado de pop e sem qualidade. A banda utiliza dessa vez riffs repetitivos que não vão à lugar nenhum. As músicas desse disco estão Alternativas de mais, com vocais que até parecem Post-Hardcore. Na verdade Post Mortem é apenas um disco sem qualidade não chegando à agradar nem os fãs mais jovens de metal - fãs de KoRn ou Otep.


Para começar temos Ashes que inicia bem animada que mostra um metalcore misturado com pop em várias partes. O vocal é infernal porém se salva nas partes de Matt Tuck - que participou da faixa. Matt deu um pouco de Bullet for my Vallentine para a música, com riffs bem parecidos com os da banda. A música também me lembra um Trivium genérico. A faixa é media com um vocal comercial de mais.


Bury Me é uma faixa que lembra muito Avenged Sevenfold, mas nem de longe com a mesma qualidade. Mesmo com um refrão banhado de pop a música tem alguns riffs legais e um solo bom. Mas serio, essa música parece até cover do Avenged Sevenfold,  menos nos refrões que parecem até rock alternativo. 


A faixa Let it Out por exemplo é uma música que faz qualquer um se perguntar que banda está tocando, irreconhecível até para o maior fã. A banda decide misturar o Metalcore com muito pop e algo parecido com Metal Industrial. O vocal é como de bandas de Rock Alternativo modinha que fazem as garotas se descabelarem nos shows. Um semi-balada tentando ser progressiva com um vocal infantil apesar de um solo bom, mas curto. Com certeza a pior do disco. 


Seguindo temos a faixa Honest Eyes que é mais empolgante, com um vocal melhorado, uma bateria mais agressiva e riffs muito bons. Mesmo assim o refrão é bem chatinho. That Fire é moderninha, mas boa também, tem uma cozinha mais bem trabalhada. Fight Til the Bitter End é aquele tipo de música para adolescente "filhinho-de-papai" que ouve Nu Metal e Pop Punk. Essa música é extremamente repetitiva e chata, nem falo nada da bateria com um timbre muito chato. A música mais pop do CD inteiro.


Take it Easy vem como um Avenged Sevenfold mais comercial, mais chato e mais alternativo. Riffs muito repetitivos e chatos. A música não me agradou e não merece comentários. Logo em seguida vemos Lost in the Sound é mais melódica e te deixa meio perdido, apesar disso tem uma boa atmosfera (ou não). Na minha opinião esse disco está mais pra Linkin Park pesado, com vocal adolescente e com riffs melhores. Aí a banda toma vergonha e faz Walking Dead Man que tem um refrão bom, um solo bom, riffs bons. Só faltou trocar esse refrão chato que parece mais o Limp Bizkit. É a música mais pesada do disco, muito boa, mas temos esse maldito refrão meloso, chato e moderno.


Into the Sky parece mais uma faixa do Bon Jovi, baladinha com voz e violão. Só isso, mais nada. Mas vemos então Alone que é bem Metalcore, parecendo progressiva de vez enquanto e até New Metal em algumas partes... Bem interessante até, poderia ser boa faixa pois tem até riffs legais. Uma outra baladinha. Para finalizar vamos "dar espereça" à Give Hope que é uma das melhores do disco, mostram alguns dos elementos do primeiro disco.


Esperava muito mais de uma banda como a Black Tide, um disco assim não agrada nem ao ouvinte mais jovem de metal. Faixas como Let it Out e Fight Til The Bitter And são ridículas para uma banda que tocou metal clássico. Até que faixas como Give Hope, Ashes e Burry Me se salvam mas de qualquer jeito nem se comparam ao Black Tide do primeiro disco. O futuro da banda foi por água à baixo, o disco não passa de um nota quatro nem de longe.


Nota : 3,5 



22 de nov de 2011

Chris Broderick



Chris Broderick é o atual guitarrista do Megadeth e carrega um Ex-Jag Panzer e Ex-Nevermore no currículo, Chris possui uma técnica impecável e velocidade extrema  tanto que foi eleito por Dave Mustaine como melhor guitarrista que já passou pelo Megadeth. 


Um dos pontos fortes de Chris é sua versatilidade, toca desde country a música clássica, e além de guitarra também toca violão clássico, violino e piano e chegava a estudar cerca de 14 horas por dia. 

Dono de uma postura perfeita (tanto que carrega a guitarra na altura do peito tipo o pessoal do tempo dos Beatles XD), Chris consegue clareza no som tocando o mais extremo dos metais, é só dar uma olhada no registro ao vivo que lançou com o Nevermore empunhando suas guitarras de 7 cordas.


Uma de suas principais características é seu two-hands (é só ver o video acima que você entende oque é two-hands) usando 8 dedos, coisa que poucos fazem bem.  Seus solos seguiam a linha neoclássica tipo Yngwie Malmsteen, fazendo o uso de arpejos em andamento moderado (entenda moderado como "rápido pra cacete", você entende isso vendo o vídeo logo abaixo) 

Depois de integrar o Megadeth Chris teve uma certa mudança em seu estilo que pode ser mais notada em Th1rt3en (2011) fazendo uso de uma pegada mais Heavy/Thrash clássico que combina mais com a cara do Megadeth.

20 de nov de 2011

O Canto Lírico no Metal

Nesse post pretendo esclarecer, que apesar de Tarja Turunen, Floor Jansen, Vibeke Stene, Heidi, Lisa Middelhauve, Simone Simons serem cantoras líricas, isso não significa que elas sejem aptas a cantar ópera.

Esse post foi motivado, pelas declarações de um anônimo idiota que veio encher o saco nesse post, e também por causa das criticas imbecis que Regis Tadeu fez a Tarja Turunen depois do Rock In Rio.

O que esses dois não entenderam, é que o canto lírico nesses casos são adaptados a outros estilos, nesse caso ao metal. O canto lírico da ópera, é extremamente incompatível ao Heavy Metal, então as sopranos desse estilo tem que fazer uma adaptação absurda, para trazer essa tecnica ao Heavy Metal.

Duas sopranos que fazem isso com excelência são a Tarja Turunen e a Floor Jansen, mas o questionamento é o seguinte:

1- Elas são cantoras líricas?
2- Elas são cantoras de ópera?

Sim para a primeira pergunta e não para a segunda. Apesar de conseguirem aplicar as técnicas de canto lírico, essas cantoras não tem o preparo adequado para interpretar papeis operisticos, até porque elas se focam no metal.

Espero que tenha ficado claro que cantores líricos não são obrigados a interpretar exclusivamente a ópera, pois essa tecnica é utilizada no Metal, Musicais, música pop e pop ópera de forma diferente da ópera, e isso não significa que esses cantores sejam de araque.

Dave Mustaine


A banda Megadeth é um dos meus grupos preferidos dentro do Thrash Metal, gênero que escuto pouco. Essa minha paixão pelo Megadeth é compartilhada também pelo nosso outro autor, o Arthur, que já ouviu toda a discografia da banda (e ele gosta do Risk, que é considerado o pior disco da banda), e portanto sabe quase tudo relativo ao grupo americano.

Como vocês sabem, o Megadeth, surgiu de um desentendimento entre Dave Mustaine e os integrantes do Metallica, que já estavam de saco cheio das atitudes do guitarrista, o que culminou na expulsão deste da banda. Mustaine teria prometido após sua expulsão, que montaria uma banda mais rápida e pesada que o Metallica, dito e feito.

O Megadeth realmente cumpriu sua proposta, e desde do Master Of Puppets, a trupe do Metallica não lança disco melhor que o Megadeth. Considero And Justice For All um bom disco, mas não no mesmo nível que os clássicos anteriores,  não igualando também o seu sucessor. o Black Album é um disco excelente, mas não supera o clássico supremo do Megadeth, o Rust In Peace (o meu preferido), e o Megadeth ainda não satisfeito lançaria o estupendo Coutdown To Extinction, um ano após o Black Album.

Como toda banda de Thrash que se preze, o destaque do Megadeth está no instrumental, e não no vocal (talvez seja por isso que eu não escuto muito Thrash, afinal o meu foco é o vocal), executado pelo Dave Mustaine, que como vocês sabem, é um cantor muito fraco. Como se não bastasse o aparelho vocal do Mustaine, está em evidente declínio, apresentando um aumento de sujeira no timbre, e uma progressão nos graves totalmente prejudicial.

Em estúdio até que o cantor consegue mascarar esses problemas, mas ao vivo Mustaine paga pelos anos de mau canto. O cantor está sofrendo com esses problemas, pois sua emissão era muito forçada, o que com o passar dos anos foi deteriorando seu pobre registro agudo e também o registro central.

A voz do Mustaine no inicio de sua carreira era uma voz de média extensão (estou falando do altura ou volume da voz dele), a voz era baritonal que foi ao longo dos anos passando para baixo-barítono. O registro agudo era praticamente inexistente e quando explorado se revelava forçado e sem grande potencia. O timbre é feio e contem uma certa acidez, com o passar dos anos o timbre se deteriorou (o motivo está no paragrafo anterior) adquirindo uma sujeira que engole totalmente o registro agudo e prejudica o central, que é justamente onde o cantor se apoia.

Já a interpretação e o fraseado do Dave Mustaine são muito bons,  fazendo com que apesar da sua tecnica trôpega, seu canto seja bastante expressivo, e com isso ele incrementa as canções. Mas quem liga para o vocal do Dave? o que importa mesmo, são suas habilidades na guitarra com a qual constrói riffs e solos animalescos.

Curiosamente um dia o Arthur e eu, estavamos falando sobre o Megadeth, e nesse assunto começamos a comentar sobre o Chris Broderick, guitarrista atual do Megadeth. O Arthur me disse que Chris foi o melhor guitarrista que já passou pelo Megadeth superando o também virtuose, Marty Friedman. Esse comentário me surpreendeu um pouco, pois o Marty Friedman, além de ser o guitarrista da minha fase preferida do Megadeth, também tocou no Cacophony (mais comentários aqui), que é uma banda sensacional para quem gosta de uma guitarra bem tocada.

Logo depois, eu disse que o Chris era muito bom mesmo, e que ele quase igualava o Dave Mustaine, mas para minha surpresa, o Arthur disse que Chris era muito melhor que o Dave Mustaine. Logicamente surpreso, já que sempre considerei o Dave um semideus da guitarra, perguntei o motivo (afinal o Arthur que é guitarrista, deve saber explicar), e ele argumentou dizendo que a técnica do Dave era muito pobre e ele era autodidata, tendo portanto pouco conhecimento teórico.

Como naquele dia o Arthur estava me mostrando quase todo o DVD do Megadeth, eu parei e percebi que o Mustaine deixa o Chris solar quase sempre, mas eu pensava que o Dave fazia isso só para que ele não ficasse parecendo um exibido, roubando toda hora a cena, e não porque não conseguisse executar aqueles solos.

Apesar dessa explicação eu ainda fiquei meio em dúvidas do porque o Chris é melhor do que o Dave, e creio que o Arthur possa solucionar nossa dúvida com uma pequena analise, onde ele possa explicar para nós, que somos leigos em guitarra, o porque disso, além de poder abordar também o motivo do Chris superar o excelente Marty Friedman.

Já fiz a minha parte analisando o Dave como vocalista, agora deixemos a parte da guitarra para o Arthur. Se ele quiser, é claro.

19 de nov de 2011

Revocation - Chaos Of Forms (2011)




Banda: Revocation
Gênero: Tech/Prog Death, Thrash
Lançamento: 2011

Enquanto eu vagava pelo lado oculto do youtube pesquisando por bandas extremas e exóticas esbarrei no Revocation, 3 caras dos Estados Unidos que fazem um "sei lá oque" Death Metal muito foda.

"Chaos Of Forms" é o terceiro albúm da banda, também um dos mais consistentes.

Escutar esse cd é uma surpresa atrás da outra, riffs felizes que se tornam bases caóticas acompanhadas por Blast Beats avassaladoras que pulam para solos progressivos criativos e insanos. 

Dan Gargiulo e David Davison, frontman da banda, são monstros tocam guitarra com um estilo único com bases de dar nó nos dedos e David ainda canta berra ao mesmo tempo, é quase um super Dave Mustaine. 

A cozinha é destruidora também o baterista Phill Dubois consegue alternar entre passadas ultra rápidas e Blast Beats sem perder o ritmo e sem embolar a música e o baixo de Anthony Buda acompanha a guitarra em quase tudo, bem tocado e bem feito porém podia estar mais alto.

Recomendo escutarem o cd inteiro, é complicado indicar uma faixa solta, a trinca inicial é incrível, porém as surpresas aparecem nas faixas seguintes como as passagens acústicas e as levadas progressivas com tempo quebrado. Uma grande banda com grande potencial

Tracklist:
01.Cretin
02.Cradle Robber
03.Harlot
04.Dissolution Ritual
05.Conjuring the Cataclysm
06.No Funeral
07.Fractal Entity
08.Chaos of Forms
09.The Watchers
10.Beloved Horrifier
11.Dethroned
12.Reprogrammed
NOTA: 9,5

18 de nov de 2011

Ópera - R.Wagner - Tannhäuser und der Sängerkrieg aus Wartburg

Olá leitores do Metal Guide, sou o novo escritor do blog, podem avaliar meu desempenho nos meu sites como OheadbangerSantuário do Rock and RollZuando Na Net e Downloads HM Rock.
"Tannhäuser und der Sängerkrieg aus Wartburg" é a quinta ópera de Richard Wagner (Leipzig, 22 de Maio de 1813 - Veneza, 13 de Fevereiro de 1883), "Tannhäuser" é uma ópera de três atos com libreto do próprio compositor, estreou em 1845 em Dresden (Alemanha).
Sinopse
A ópera é baseada em uma lenda medieval, fala da história (ou estória) de Tannhäuser, um poeta que se deixa seduzir por uma belíssima mulher, chamada Vênus, fazendo isso Tannhäuser contraria a defesa do torneio de trovões (do que ele pertence) onde se diz que o amor deve ser sublime e elevado. Quando defende seu amor por Vênus é reprimido pelos trovoadores e consolado por Isabel (virgem que tem muito amor por Tannhäuser). Seu único jeito de ser perdoado por seu pecado é pedir perdão ao vaticano. Dormindo sobre a neve,  caminhando descalço sobre o chão quente, passando fome, e ainda com os olhos vendados, para não ver as belas paisagens da Itália Tannhäuser vai até o Vaticano rogar seu perdão e quando chega ouve o papa dizer que ouve o papa dizer que é mais fácil o cajado que ele segura florescer do que ele obter o perdão dos pecados, tanto no céu quanto na Terra.
Com ódio da igreja, Tannhäuser volta à Alemanha e Isabel sobe aos céus, rogando a Deus que perdoe ele. Os trovadores voltam com a notícia de que o cajado do papa floresceu, simbolizando que um pecador obteve no céu o perdão que não obteve na Terra.
Interpretes
Os interpretes dessa ótima ópera estão em melhor estado, um ótimo elenco que conta até com o famoso Jonas Kaufmann! Para Tannhäuser temos nada mais, nada menos do que o famoso Peter Seiffert que participou da famosa Deutschen Oper am Rhein! O interprete mandou muito bem dando muita vida ao personagem e o tratando como se ele fosse mesmo Tannhäuser. Elisabeth era feita pela soprano Solveif Kringlebotn que hoje tem muito mais destaque por ter feito Donna Elvira em Don Giovanni , e passou a cantar mais três papéis principais há : Tatiana em Eugene Onegin , Eva em Die Meistersinger von Nürnberg , e Rosalinde em Die Fledermaus. Para a belíssima Vênus temos a soprano Isabelle Kabat que embora não tenha muito destaque hoje em dia é uma excelente interprete. Para o grande "Herman" temos Alfred Muff e para Wolfran Von Eschenbach  temos Roman Trekel. Biterolf era feito por Rolf Haunsteins  e o maestro era o famoso Franz Welzer-Möst.
Agora o destaque! Para Walther von der Vogelweide temos nada menos do que o famoso tenor Jonas Kaufmann, que mesmo que na época não tivesse o destaque que possui hoje em dia, ainda era um excelente tenor. 
Primeiro Ato
Tudo começa  durante o Século XIII e a ópera inicia no Reino de Vênus, quado o Cantor Tannhäuser havia se entregado ao coração da Deusa.  Então, passa-se um ano e ele sente saudade dos mortais, implorando  para a deusa que o deixe voltar , o que consegue apenas quando diz o nome da Virgem Maria provocando o desaparecimento total do Reino de Vênus. O 2º quadro passa-se num vale em Wartburg, quando um jovem Pastor toca a sua flauta.
Passam Peregrinos a caminho de Roma. Tannhäuser, então surge um grupo de Caçadores e seu mestre, Senhor da Turíngia, entre eles Wolfram von Eschenbach, antigo amigo de Tannhäuser. Os dois se comprimentam e o Tannhäuser diz que pretende partir para muito longe, mas Wolfram recorda-lhe que Elisabeth, a sobrinha do Senhor da Turíngia, o ama e ainda espera por ele. Tannhäuser, decide ficar depois da notícia
Segundo Ato
Elisabeth, que o recebe com grandes aféto. O Senhor da Turíngia organiza um Torneio de Canto sobre o amor. Wolfram (que também ama Elisabeth) canta as virtudes da jovem, enquanto Tannhäuser, pensando em Vênus, canta um hino em amor à deusa, o que faz fugir da sala todas as mulheres, tirando Elisabeth, que teria decidido proteger Tannhäuser até o fim. O Senhor da Turíngia ordena então que parta para Roma para rogar o perdão do Papa. 
Terceiro Ato
Em Wartburg  Wolfram vem com Elisabeth esperar os Trovoadores que vêm de Roma. Não vendo entre eles Tannhäuser, Elisabeth fica triste e preocupada. Então finalmente ele chega e desabafa com Wolfram dizendo que "o Santo Padre declarara que eles só seriam redimidos quando florescessem rosas no cajado do Papa". Tendo perdido toda a esperança, Tannhäuser quer voltar para Vênus. Tannhäuser pensa na deusa quando Wolfram evoca o nome de Elisabeth. Com surpresa, Tannhäuser vê algo: Elisabeth morre de tristesa pedindo para Deus a salvação de Tannhäuser. Ele ajoelha diante seu cadáver, beija-a pela última vez. Os trovadores voltam com a notícia de que o cajado do papa floresceu, simbolizando que um pecador obteve no céu o perdão que não obteve na terra.
Ópera
Para iniciantes no mundo da ópera eu acredito que Tannhäuser (apesar de ser minha primeira ópera) é muito complicada para iniciar em um gênero músical tão complexo quanto a ópera. Apesar da imagem não estar muito boa eu sou obrigado a dar um desconto já que a ópera é antiga e naquela época nada era como hoje em dia...





13 de nov de 2011

O Novo Escritor do Blog

Claudio ganhou por W.O o teste final para entrar no blog, já que nem Fernando e Binow mandaram seus respectivos testes. O teste que o Claudio mandou é de grande qualidade, para alguém que é leigo na ópera, e me surpreende ainda mais o fato dele ter começado na lírica Wagneriana, que considero complicada demais para iniciantes compreenderem.

Vamos agora dar as boas vindas ao novo escritor, e esperar que ele cumpra a cota de um post semanal.

12 de nov de 2011

Assassinando Técnicas Vocais


Bem o Rubens gosta muito de falar sobre técncais vocais, óperas e essas coisas, bom eu não entendo nada sobre isso! 

Um belo dia enquanto vagava pelos meus fóruns extremos e underground encontrei uma banda da nova geração do deathcore que tem um vocal um tanto "peculiar" e resolvi compartilhar com vocês.



Nota-se claramente influências pré-históricas no vocal do carinha ali, com uma boa dose do estilo pterodáctil de gritar

5 de nov de 2011

O Ultimato!

O Teste já rola a algum tempo, e até agora só o Claudio entregou o teste. Funciona assim agora, se até a noite de segunda, eu não receber o teste, o Claudio será o novo membro do Blog. Como vocês podem notar o blog precisa encarecidamente de novos escritores, para melhor atualização do Blog, já que nem sempre eu e o Arthur, estamos disponíveis

Sobre novos posts, eu já comecei a audição de novos cds para postagens, e aceito sugestões, pois por hora estou sem ideias.

2 de nov de 2011

SEMPRE SUSPEITEI!!

Durante um evento especial de Halloween o Megadeth mostrou sua verdadeira forma! E como eu sempre suspeitei nenhum deles é humano!


1 de nov de 2011

Clásicos Subestimados #02


Malmsteen de novo gente! Em 1990 ele lançou um álbum bem apagado chamado "Eclipse", a primeira faixa desse cd se chama "Making Love", sua versão original não tem nada demais, porém existe uma versão estendida com mais solos, e essa versão sim é um clássico subestimado!


Megadeth - TH1RT3EN (2011)



Banda: Megadeth
Gênero: Thrash Metal

MEGADETH!!!! Os mestres do Thrash estão de volta com "TH1RT3EN", sucessor do fodolento "Endgame" (2009) seguindo o caminho traçado pelo "United Abominations" (2007)

O álbum começa com a velha conhecida "Sudden Death" que foi feita para o Guitar Hero 5  foi lançada no fim do ano passado, como era de se esperar de uma musica do Guitar Hero, solos insanos de Chris Broderick com incríveis riffs de Mustaine.

"Public Enemy No.1" foi o primeiro single do cd, tem uma pegada bem clássica, é uma das melhores faixas do albúm, "Whose Life" segue essa mesma linha com Mustaine cantando com vontade. 

Algumas faixas não empolgam muito, como "We The People","Guns, Drugs And Money" e "New World Order" (as duas últimas me fizeram lembrar dos clássicos da banda com ótimos solos), mas o Megadeth compensa e muito bem com "NeverDead" que é minha favorita do cd, uma introdução cheia de suspense que se torna um Thrash porradeiro super acelerado com riffs incríveis.

"Fast Lane" e "Black Swan" são ótimas faixas interligados por um solo, a primeira mais arrastada e a segunda mais melódica. "Millennium Of The Blind" é um dos grandes momentos do álbum, com cara de balada ela apresenta um clima pesado quando as guitarras limpas somem.

"Wrecker" é mais direta, chega e quebra tudo sem muita enrolação já "Deadly Nightshade" (que começa com uma risada não tão carismática quanto "Lucretia") também é meio arrastada e me lembrou o Metallica em alguns riffs.

O cd se fecha com "13", belíssima... com uma introdução de violão (que me lembrou a clássica "Trust"), a faixa tem um dos melhores solos e fecha o álbum muito bem.

Uma das impressões que o cd deixa na cara é o entrosamento de Mustaine e Broderick, com riffs e solos dobrados muito bem feitos, além da constante evolução de Droover, cada vez mais explosivo, sem falar na volta de Ellefson!!! Agora um recado para Hetfield e cia: Escutem TH1RT3EN e mostrem que o Metallica também pode fazer Thrash de novo!

Tracklist:
1. Sudden Death (5:09)
2. Public Enemy No. 1 (4:15)
3. Whose Life (Is It Anyways?) (3:50)
4. We the People (4:33)
5. Guns, Drugs & Money (4:19)
6. Never Dead (4:32)
7. New World Order (3:56)
8. Fast Lane (4:04)
9. Black Swan (4:10)
10. Wrecker (3:51)
11. Millennium of the Blind (4:15)
12. Deadly Nightshade (4:55)
13. 13 (5:49)
NOTA: 8,0

Machine Head - Unto The Locust (2011)



Banda: Machine Head
Gênero: Thrash / Groove Metal
Lançamento: 2011

Machine Head esta na ativa desde 1994 fazendo um tipo de Thrash moderno que me agradou bastante, melação e peso na medida certa, com ótimo instrumental e letras.

"Unto The Locust" é o sucessor do aclamado "The Blackening" (2007) e mostra a evolução do novo rumo que a banda vem tomando.

álbum abre com "I Am Hell"  que após a introdução do coral mostra peso e refrões incríveis, seguindo para "Be Still And Know" com uma cara bem mais moderna e solos com sincronia matadora de Rob Flynn e Phil Demmel.

"Locust", "This Is The End" e "Pearls Before The Swine" são as faixas mais complexas do álbum, todas possuem belas introduções além ótimos riffs e refrões, com incríveis mudanças de clima, do limpo e calmo ao sujo e perturbado, são as "representantes" do álbum

"Darkness Within" é indescritível... belas guitarras e belas linhas vocais que vão evoluindo a cada verso, minha faixa favorita do cd. "Who We Are" também é uma ótima faixa, começa com um coral de crianças que é continuado pela voz rouca de Rob Flynn com riffs pesadíssimos e solos bem feitos encerrando o álbum em grande estilo com belos violinos.

Tracklist

1. I Am Hell (Sonata in C#)
2. Be Still and Know
3. Locust
4. This is the End
5. Darkness Within
6. Pearls for Swine
7. Who We Are
Nota: 9,0